sábado, 13 de novembro de 2010

Quando te perdi, meu amigo...




Com o passar do tempo
fui substituindo, aos poucos, a tua presença.
Repousei meus beijos em outros lábios
e entreguei sorrisos e sentidos a novos abraços.

Quando te perdi, meu amigo,
preenchi toda a tua ausência
e aprendi a conviver com aquela antiga saudade,
mas a paz que a tua voz me trazia não consegui.
^^

16 comentários:

Andressa disse...

Perfeito amiga! =(

Rafa disse...

Doeu na alma esse.
Muito lindo.

Lucas Truta disse...

Por mais belo que isso seja continuo achando que ninguem é insubstituível.
Mas é incomparávelmente maior a dor da perda de um amigo que de um passageiro amor.
anos e anos e tu continuas escrevendo bem desse jeito. inveja. hahaha

Laianne Alencar (Lay) disse...

Saudade! há muito o que se falar!
ta lindo Rouse!

Magno disse...

Me pareceu bem mais que amigo, hein. Boas palavras, Rousi.

juliana dunder disse...

dizem que recordar é viver, então sentirás de novo no peito bater todas as vezes que reler esse poema o amor que não mais se faz presente em teu viver!

Marlla disse...

"Quando te perdi, meu amigo,
preenchi a tua ausência
e aprendi a conviver com aquela antiga saudade,
mas a paz que a tua voz me trazia não consegui." Xiiii ;x doeu em mim também, você sabe. ;*

Carlinha disse...

É mesmo. Com o passar do tempo quase tudo se ajeita.
QUASE tudo.

Muito bom o texto amiga.

Em aberto! disse...

muito bonito!

Em aberto! disse...

Muito bonito!

Anne Mirelly disse...

Preciso mesmo falar algo? Minha expressão quando o mostrou aqui para mim já disse tudo...

Sem palavras.

josé Adriano Gonçalves disse...

Olá
Primeiro - Acho que você só sabe escrever coisas bonitas
Segundo - Quem ficou a ganhar com isto tudo foi o substituto eheheh
Terceiro - Deixo um excerto de um poema da Florbela Espanca, um dos meus preferidos
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente
( não sei qual a razão porque você perdeu o seu amigo ,espero que não tenha sido por morte. Mas seja qual for a razão, eu lamento, aliás, fico sempre triste quando sei que alguém perdeu uma coisa tão rara como um amigo)

Flop disse...

Muuuito bom Rousi!

Gabriella Vilar disse...

Sabe quando uma coisa te arrepia?
É simples. É bobinho. Mas tô até agora sentindo essa falta aí.

Meiguinho o poema!
Parabéns!

Anônimo disse...

PERFEITO,ESSE chegou em lugares do meu coração onde poucos tem acesso.bjs

pupila disse...

Não tem quem não se identifique.. hahaha. Lindo, Rousi! Escreva bem muito, virei sempre aqui :)

 
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